A alma é um cenário.
Por vezes, ela é como uma manhã brilhante e fresca,
inundada de alegria.
Por vezes ela é como um pôr do sol...
triste e nostálgico.

-Rubem Alves-

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sexta-feira, 4 de junho de 2010

A voz de meu rio


Da serra das Gerais ouço a voz de meu rio.


Que me quer o seu eco, se a memória
guarda de tudo apenas esta fimbria
entre o real e o irreal? Tudo se apaga,
terra céu, verde e azul, tudo se apaga,
e há um fluir mais triste que se escuta
em mim, mas já sem mim.


Emílio Moura
In: Intinerário Poético
Lira Mineira

Um comentário:

Regina Helena disse...

Que blog mais lindo!