A alma é um cenário.
Por vezes, ela é como uma manhã brilhante e fresca,
inundada de alegria.
Por vezes ela é como um pôr do sol...
triste e nostálgico.

-Rubem Alves-

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segunda-feira, 13 de agosto de 2007

...




Chora em meu coração
como chove lá fora.
Porque esta lassidão
me invade o coração?



Oh! ruido bom da chuva
no chão e nos telhados!
Para uma alma viúva,
oh! o canto da chuva!



E chora sem razão
meu coração amargo.
Algum desgosto? - Não!
É um pranto sem razão.



E essa é a maior dor,
não saber bem por que,
sem ódio sem amor,
eu sinto tanta dor.


Paul Verlaine
Tradução de Onestaldo Pennafort

Um comentário:

Menina_marota disse...

Olá.

Grata pela visita ao meu Poesia Portuguesa.

Irei enviar-lhe por email, mal tenha oportunidade a explicação como poderá colocar música aqui no blogue.

Um abraço carinhoso ;))