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Sofro
de não te ver,
de perder
os teus gestos
leves, lestos,
a tua fala
que o sorriso embala,
a tua alma
límpida, tão calma...
Sofro
de te perder.
durante dias que parecem meses,
durante meses que parecem anos...
Quem vem regar o meu jardim de enganos,
tratar das árvores de tenrinhos ramos?
Saúl Dias
In: Tarde Azul
(Portugal 1902-1983)
Um comentário:
Bom dia Madalena!
Seu Blog é um presente para os nossos olhos, para nossa alma, para o nosso coração.
Parabéns"
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